{"id":25913,"date":"2024-09-23T17:35:06","date_gmt":"2024-09-23T17:35:06","guid":{"rendered":"https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/?p=25913"},"modified":"2024-09-23T17:35:06","modified_gmt":"2024-09-23T17:35:06","slug":"mais-facilidade-e-agilidade-no-cumprimento-de-obrigacoes-tributarias-acessorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/?p=25913","title":{"rendered":"Mais facilidade e agilidade no cumprimento de obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias acess\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p>\\ O Decreto n\u00ba 5.832-R altera disposi\u00e7\u00f5es do Regulamento do Imposto sobre a Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (RICMS), de forma a tornar esses processos mais acess\u00edveis e \u00e1geis para o contribuinte.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-25915 aligncenter\" src=\"https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/arte--300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"387\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/arte--300x169.jpg 300w, https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/arte--1024x576.jpg 1024w, https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/arte--768x432.jpg 768w, https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/arte--600x338.jpg 600w, https:\/\/jcconsultoriatributaria.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/arte-.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 387px) 100vw, 387px\" \/><\/p>\n<p>\u201cA simplifica\u00e7\u00e3o e a desburocratiza\u00e7\u00e3o no cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias s\u00e3o fundamentais para aumentar a efici\u00eancia administrativa, reduzir custos operacionais e facilitar o ambiente de neg\u00f3cios, promovendo maior conformidade tribut\u00e1ria.\u201d<\/p>\n<p><strong>Benicio Costa <\/strong>&#8211; Auditor fiscal<\/p>\n<p>Dentro de um conjunto de a\u00e7\u00f5es e inova- \u00e7\u00f5es com foco na desburocratiza\u00e7\u00e3o, a Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, est\u00e1 implementando medidas para simplificar o cumprimento de obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias acess\u00f3rias (emiss\u00e3o de documentos fiscais, escritura\u00e7\u00e3o de livros, entrega de decla- ra\u00e7\u00f5es, emiss\u00e3o de guias de recolhimento etc.).<\/p>\n<p>O Decreto n\u00ba 5.832-R, publicado na \u00faltima quarta-feira (18), no Di\u00e1rio Oficial do Estado, altera disposi\u00e7\u00f5es do Regulamento do Imposto sobre a Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (RICMS), de forma a tornar esses processos mais acess\u00edveis e \u00e1geis para o contribuinte.<\/p>\n<p>O Decreto promove tr\u00eas mudan\u00e7as. A pri- meira \u00e9 o fim da necessidade do contribuinte, n\u00e3o obrigado \u00e0 Escritura\u00e7\u00e3o Fiscal Digital (EFD), de solicitar \u00e0 Sefaz o uso de Sistema Eletr\u00f4nico de Processamento de Dados (PED) para realizar a escritura\u00e7\u00e3o de livros fiscais. Agora, o contri- buinte pode continuar escriturando seus livros por meio de PED, mas n\u00e3o precisa mais fazer essa solicita\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de uso.<\/p>\n<p>Outra mudan\u00e7a importante \u00e9 o fim da\u00a0Autoriza\u00e7\u00e3o para a Impress\u00e3o de Documentos Fiscais (AIDF). Atualmente, os produtores rurais e empresas que t\u00eam regimes especiais de obri- ga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias e ainda utilizam documentos ficais em papel precisam obter autoriza\u00e7\u00e3o da Sefaz, a AIDF, na Ag\u00eancia da Receita Estadual de sua circunscri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com a entrada em vigor do Decreto, na \u00faltima sexta-feira (20), esses contribuintes ain- da poder\u00e3o emitir os documentos fiscais em papel que j\u00e1 haviam sido autorizados por meio de AIDF, at\u00e9 o fim do bloco permitido. Por\u00e9m, novas autoriza\u00e7\u00f5es n\u00e3o ser\u00e3o mais concedidas. \u00c9 importante lembrar que, como j\u00e1 previsto no Decreto n\u00ba 5.704-R, de maio deste ano, a partir de 02 de janeiro de 2025, os produtores rurais n\u00e3o poder\u00e3o mais emitir a &#8220;Nota Fiscal modelo 4\u201d, conhecida como &#8220;Nota de Produtor Rural\u201d. A terceira altera\u00e7\u00e3o promovida \u00e9 a dispen-<br \/>\nsa de solicita\u00e7\u00e3o de uso do Livro Registro de Utiliza\u00e7\u00e3o de Documentos Fiscais e Termos de Ocorr\u00eancias (RUDFTO). Hoje, a utiliza\u00e7\u00e3o desse livro, que \u00e9 obrigat\u00f3ria para os contribuintes do regime ordin\u00e1rio e opcional para os optantes pelo Simples Nacional, deve ser precedida de autoriza\u00e7\u00e3o da Sefaz, necessidade que acaba com a nova norma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\\ O Decreto n\u00ba 5.832-R altera disposi\u00e7\u00f5es do Regulamento do Imposto sobre a Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (RICMS), de forma a tornar esses processos mais acess\u00edveis e \u00e1geis para o contribuinte. \u201cA simplifica\u00e7\u00e3o e a desburocratiza\u00e7\u00e3o no cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias s\u00e3o fundamentais para aumentar a efici\u00eancia administrativa, reduzir custos operacionais e facilitar o ambiente de neg\u00f3cios, promovendo maior conformidade tribut\u00e1ria.\u201d Benicio Costa &#8211; Auditor fiscal Dentro de um conjunto de a\u00e7\u00f5es e inova- \u00e7\u00f5es com foco na desburocratiza\u00e7\u00e3o, a Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, est\u00e1 implementando medidas para simplificar o cumprimento de obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias acess\u00f3rias (emiss\u00e3o de documentos fiscais, escritura\u00e7\u00e3o de livros, entrega de decla- ra\u00e7\u00f5es, emiss\u00e3o de guias de recolhimento etc.). O Decreto n\u00ba 5.832-R, publicado na \u00faltima quarta-feira (18), no Di\u00e1rio Oficial do Estado, altera disposi\u00e7\u00f5es do Regulamento do Imposto sobre a Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (RICMS), de forma a tornar esses processos mais acess\u00edveis e \u00e1geis para o contribuinte. O Decreto promove tr\u00eas mudan\u00e7as. A pri- meira \u00e9 o fim da necessidade do contribuinte, n\u00e3o obrigado \u00e0 Escritura\u00e7\u00e3o Fiscal Digital (EFD), de solicitar \u00e0 Sefaz o uso de Sistema Eletr\u00f4nico de Processamento de Dados (PED) para realizar a escritura\u00e7\u00e3o de livros fiscais. Agora, o contri- buinte pode continuar escriturando seus livros por meio de PED, mas n\u00e3o precisa mais fazer essa solicita\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de uso. Outra mudan\u00e7a importante \u00e9 o fim da\u00a0Autoriza\u00e7\u00e3o para a Impress\u00e3o de Documentos Fiscais (AIDF). 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